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<title>
London Talk
 - 
Ricardo Acampora
</title>
<link>https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/london/</link>
<description>Novidades, curiosidades sobre o cotidiano na capital britânica.</description>
<language>pt</language>
<copyright>Copyright 2013</copyright>
<lastBuildDate>Fri, 19 Sep 2008 17:48:06 +0000</lastBuildDate>
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<item>
	<title>A crise e o futebol</title>
	<description><![CDATA[<p>Por aqui, não se fala em outra coisa a não ser na crise financeira, que ameaça a todos com o poder destruidor de um tsunami.</p>

<p>O medo se espalha. As pessoas começam a temer o dia de amanhã, a próxima semana. Ninguém sabe o que vem pela frente, ninguém acredita em ninguém.</p>

<p>Não quero embarcar nessa onda de ficar temendo o pior. Não me sinto em crise, de nenhum tipo, pelo menos por enquanto. Mas confesso que não consigo parar de pensar nela.</p>

<p>Sei que, para domar o monstro, não posso fingir que o ignoro. Então, resolvi voltar a escrever sobre a crise. Mas escrever o que?</p>

<p>Em busca de inspiração coloquei no chão, na forma de um círculo, cartões com nomes de setores econômicos diversos. No meio do círculo, coloquei a garrafa de cerveja que tinha acabado de esvaziar enquanto pensava numa forma de escapar da crise, e girei-a.</p>

<p>O gargalo parou apontando para Futebol. </p>

<p>É, futebol por aqui é setor econômico, sim. Os clubes são sociedades de capital aberto, com ações na bolsa, são comprados e vendidos como qualquer empresa e, na maioria dos casos, são extremamente lucrativos. </p>

<p>Pensei que minha garrafa tinha encontrado um setor ainda imune à crise. Afinal, os clubes ingleses gastaram os tubos neste verão. De uma vez só, o Manchester City pagou mais de 50 milhões de dólares pelo Robinho e mais de 30 pelo Jô. O Chelsea trouxe o Felipão, o Deco, e por aí vai.</p>

<p>Mas foi só olhar mais de perto que comecei a perceber os primeiros sinais de que a megera já tinha causado estrago.</p>

<p>De cara, encontrei três times da primeira divisão do futebol inglês com a crise estampada em suas camisas.</p>

<p>Na última rodada, o West Ham United, aqui de Londres, entrou em campo com o nome do patrocinador coberto. A empresa, uma companhia aérea de baixo custo, tinha ido à falência. A culpada foi a crise.</p>

<p>A megaempresa seguradora AIG, que foi salva da concordata pelo governo dos Estados Unidos, tem seu logotipo gravado na camisa do clube mais rico do mundo, o poderoso Manchester United.</p>

<p>Os efeitos da crise ainda não ficaram aparentes nas finanças do ManU. Mas, mesmo que por acaso, o clube teve um dos piores começos de temporada dos últimos 10 anos.</p>

<p>O Newcastle United, time de grande torcida, do norte do país, é patrocinado pela primeira vítima da crise nas ilhas britânicas, o banco Northern Rock, que teve que ser nacionalizado pelo governo. Coincidência ou não, o clube esta à venda. </p>

<p>Quem estiver procurando onde colocar 515 milhões de libras pode fazer contato com o atual dono, que já divulgou o preço do negócio. Se não tiver dinheiro, faça uma proposta de compra a prazo, pode ser que ele aceite. Afinal, são tempos de crise.</p>]]></description>
         <dc:creator>Ricardo Acampora 
Ricardo Acampora
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	<category>london</category>
	<pubDate>Fri, 19 Sep 2008 17:48:06 +0000</pubDate>
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<item>
	<title>Para não dizer que não falei de crise</title>
	<description><![CDATA[<p>Não tem como ignorar. A crise financeira mundial é grande, feia e séria. </p>

<p>Pelo menos é assim que a imprensa daqui tem tratado o fenômeno. Algumas manchetes são assustadoras. Quebradeira geral! Fim do livre mercado! Fim do capitalismo! E por aí vai. </p>

<p>Às vezes se tem a impressão de que não vai sobrar pedra sobre pedra. Não se sabe mais em quem acreditar, como medir a gravidade real do problema. </p>

<p>Uma coisa parece certa: não há como e onde se esconder dos efeitos da crise. </p>

<p>As reportagens na TV contam histórias que vão mostrando a paralisação gradual da economia e deixam todos tensos.</p>

<p>E não são somente histórias de desemprego em massa, como a demissão num só dia de mais de 4 mil funcionários do quebrado banco Lehman Brothers.</p>

<p>A crise ataca em efeito cascata e se dissemina pela sociedade de baixo para cima.</p>

<p>Na ultima década muito do crescimento da Grã-Bretanha foi atribuído ao dinheiro que circulava pela City, o centro nervoso do mercado financeiro londrino, na forma de lucros enormes, salários generosos e bônus estratosféricos. </p>

<p>Aos poucos essa imensa fortuna era distribuída por outros setores, bancando a compra de casas, roupas, ingressos para shows, pagando a conta de restaurantes, bares, enfim, circulando e gerando emprego e riqueza.</p>

<p>Com a chegada da crise o clima mudou. Dizer numa festa que se trabalha na City deixou de gerar admiração. Agora dá pena. Ou a pessoa perdeu o emprego, ou pode perder a qualquer momento. Ninguém sabe o que vai acontecer.</p>

<p>Não sei se esse fenômeno é mais percebido numa cidade como Londres. Afinal a capital britânica é um dos principais centros financeiros mundiais. </p>

<p>O gigantesco volume de negócios que passa pela City faz com que o setor financeiro tenha uma participação na economia britânica maior do que em outros países, tornando os efeitos de uma crise mais perceptíveis.</p>

<p>Outro dia vi uma reportagem sobre um vendedor de flores que tem uma barraquinha no meio da City. O rapaz contava como as vendas tinham caído dramaticamente com a crise e disse que não sabia quanto tempo mais poderia agüentar sem ter que mudar de ramo. </p>

<p>Cinicamente pensei que a situação atual deve ser mesmo séria e preocupante....afinal que crise é essa que não poupa nem o romantismo dos banqueiros? <br />
</p>]]></description>
         <dc:creator>Ricardo Acampora 
Ricardo Acampora
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	<category>london</category>
	<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 17:35:30 +0000</pubDate>
</item>

<item>
	<title>Que droga de verão!</title>
	<description><![CDATA[<p>Olha que não sou de reclamar do tempo. Convivo sem bronca com os chamados elementos naturais. </p>

<p>Apesar da tristeza pela destruição que muitas vezes causam, consigo até ver beleza em temporal, raio, trovão, furacão, granizo, neve, arco-íris e outras peripécias meteorológicas. </p>

<p>Mas esse verão aqui na Grã-Bretanha está decepcionante. Só dá chuva, vento e frio. Enchentes atormentam o interior do país. Em Londres, a chuva não parou de atrapalhar o tradicional torneio de tênis de Wimbledon.<br />
<img alt="chuva203.jpg" src="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/chuva203.jpg" width="203" height="400" /></p>

<p>Nem sombra de calor. A temperatura máxima não tem passado dos vinte e poucos graus Celsius. Frustrante! </p>

<p>Outro dia estava frio. FRIO EM JULHO???? Pois é!</p>

<p>O pior é que por aqui o verão é aguardado com muita expectativa. </p>

<p>Depois de aturar os rigores do inverno (quando escurece às 4 da tarde), todo mundo fica torcendo pela chegada do calor. </p>

<p>Normalmente, nessa época do ano tem luz do dia até às dez da noite. A cidade entra em ritmo de festa. O humor do povo se transforma. Os mais sizudos abrem o sorriso. Todo mundo desfila com menos roupa, fica mais relaxado. Os bares e os parques ficam lotados. Tem gente de todas as idades por todos os cantos, curtindo o calor. </p>

<p>Mas não esse ano. O verão está rídiculo! </p>

<p>E o que é pior, faz calor em vários lugares da Europa. Grécia e Itália fervem. Portugal e Espanha não vêem uma nuvem há um bom tempo. Até o inverno brasileiro está mais quente do que o verão daqui. </p>

<p>E todos sabemos que o inverno por aqui não falha. Já deve estar até ali na esquina, espreitando, aguardando setembro para entrar em cena.</p>

<p>Não, não agüento mais. Alguém conhece uma mandinga, uma simpatia para parar a chuva?</p>

<p>Estou a ponto de desistir. Mais uma semana de chuva e compro uma passagem para ir correndo curtir o inverno do Rio de Janeiro.</p>]]></description>
         <dc:creator>Ricardo Acampora 
Ricardo Acampora
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	<link>https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/london/2007/07/que_droga_de_verao.shtml</link>
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	<category>london</category>
	<pubDate>Fri, 06 Jul 2007 20:26:33 +0000</pubDate>
</item>

<item>
	<title>E agora, o que será de Tony Blair?</title>
	<description><![CDATA[<p>Depois de passar dez anos no comando da Grã-Bretanha, Tony Blair se despediu nesta quarta-feira do cargo de primeiro-ministro, assumindo em seu lugar o até então ministro da Economia, Gordon Brown. <br />
<img alt="blair203.gif" src="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/blair203.gif" width="203" height="203" /></p>

<p>Se encostasse o ouvido no peito de grande parte do eleitorado - como diz a expressão consagrada pelo Pasquim - Tony Blair ouviria um sonoro <strong>"Já vai tarde!!!!"</strong> Pelo menos essa é uma das muitas leituras que podem ser feitas das pesquisas de opinião. </p>

<p>Cruel ironia da política! Ele, que chegou ao poder em 1997 comandando uma vitória esmagadora do Partido Trabalhista nas urnas. Ele, que foi a personificação da esperança representada pelo Novo Trabalhismo, sai agora praticamente eliminado da liderança pelo seu próprio partido como um peso morto. Um peso pesado que fez afundar a popularidade dos trabalhistas. </p>

<p>Com a impopular decisão de invadir o Iraque e de ter se aliado quase que incondicionalmente ao presidente americano George W. Bush, Blair viu seus índices de aceitação despencarem gradativamente. Nem a jura de que tudo foi feito com a melhor das intenções tem sido suficiente para convencer os eleitores mais céticos. </p>

<p>Mas ninguém discute a capacidade de Tony Blair como líder político. Inteligente, firme e comunicativo, ele deixa o poder como o primeiro-ministro trabalhista que mais tempo se manteve no cargo. Sob a liderança de Blair os trabalhistas conseguiram vencer três eleições, as duas últimas principalmente graças à estabilidade que a economia do país desfrutou nestes 10 anos.</p>

<p>Mas, o desgate causado pela guerra e pela ocupação desordenada do Iraque, acabou ofuscando as conquistas do primeiro-ministro. Muitos britânicos já esqueceram o sucesso de Blair na condução do processo de paz na Irlanda do Norte. Na opinião da maioria da população, nem o enorme investimento feito pelo governo Blair em saúde e educação foi suficiente para sustentá-lo no comando da nação. </p>

<p>Em seu lugar assume o ministro da Economia, Gordon Brown, com enormes desafios à frente. O maior deles, recuperar a liderança perdida nas pesquisas para os conservadores e garantir mais um mandato ao partido trabalhista nas próximas eleições. </p>

<p>Para Tony Blair, o futuro reserva algumas opções de trabalho. Imediatamente ele volta a ocupar seu assento de simples deputado no parlamento britânico. Mas não é certo que ele permaneça no legislativo britânico, pois logo após sua renúncia veio a notícia de que ele foi apontado por Rússia, Estados Unidos, União Européia e ONU para mediar a paz no Oriente Médio. </p>

<p>Resta saber como anda a popularidade do ex-primeiro-ministro entre os líderes daquela região.</p>]]></description>
         <dc:creator>Ricardo Acampora 
Ricardo Acampora
</dc:creator>
	<link>https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/london/2007/06/post_3.shtml</link>
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	<category>london</category>
	<pubDate>Wed, 27 Jun 2007 13:02:30 +0000</pubDate>
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<item>
	<title>Cuidado com a falsa Onda Verde!</title>
	<description><![CDATA[<p>Está ficando cada vez mais complicado consumir com consciência ambiental. Como e o que comprar, sem se sentir culpado pela destruição do planeta? </p>

<p><img alt="poluicao.jpg" src="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/poluicao.jpg" width="203" height="152" /></p>

<p>Depois que a ONU declarou que se não fizermos algo rapidamente as conseqüências do aquecimento global podem ser catastróficas, passamos a ser bombardeados diariamente por publicidade "ecologicamente correta", que no mínimo dá muita margem à confusão . Algumas mensagens são visivelmente sinceras e mostram o esforço de empresas em poluir menos ou em reduzir o desperdício. Mas outras são nitidamente oportunistas. </p>

<p>Para não correrem o risco de serem vistas como as grandes vilãs na luta pela salvação do meio ambiente, várias empresas se apressaram a anunciar aos consumidores que seus produtos são fabricados com responsabilidade ambiental. "Não deixem de comprar nossos produtos: Somos Verdes, Biodegradáveis, Economizamos Energia!!!" </p>

<p>Mas, apesar das mensagens verdes, alguns desses produtos continuam a ser vendidos em vistosas, exageradas e desnecessárias embalagens feitas de plástico, que em muitos casos nem podem ao menos ser recicladas. Difícil saber quais são de fato ecologicamente corretos.</p>

<p>Ficou quase impossível separar gato de lebre. </p>

<p>Várias empresas petrolíferas, que estão entre as maiores poluidoras do mundo, passaram a associar sua imagem ao mundo verde, a um meio ambiente preservado. "Comprem nossa gasolina verde. Nosso óleo diesel é produzido com responsabilidade ambiental!" </p>

<p>Pode até ser, mas os ambientalistas preferem duvidar.</p>

<p>O dono de uma das maiores empreas aéreas (outro setor sob a mira dos grupos ambientalistas) aqui da Grã-Bretanha, passou a desfilar por Londres num carro flex com as laterais pintadas em enormes letras verdes: GREEN POWER. Nitidamente um exagero publicitário, mas se a iniciativa é para difundir a conscientização, pode até ser aceitável. Mas outro dia, li que o empresário tinha sido flagrado enchendo o tanque do tal carro verde com a velha e não-renovável gasolina. </p>

<p>E no maior salão de aviação do mundo, em Le Bourget, na França, foram mostrados esta semana, "aviões ecológicos".</p>

<p>Isso tudo confunde e torna muito difícil a decisão na hora de adaptar o consumo para preservar o meio ambiente. </p>

<p>Deveriam existir leis rigorosas impedindo que a "onda verde" seja seqüestrada por oportunistas que só confundem e enfraquecem as iniciativas verdadeiras ao mentir nas propagandas e nos rótulos de seus produtos. Afinal, pode ser que não tenhamos chance de continuar errando por muito mais tempo.</p>]]></description>
         <dc:creator>Ricardo Acampora 
Ricardo Acampora
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	<link>https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/london/2007/06/muito_cuidado_com_a_falsa_onda.shtml</link>
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	<category>london</category>
	<pubDate>Fri, 22 Jun 2007 16:11:56 +0000</pubDate>
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<item>
	<title>O fenômeno Lewis Hamilton e Ayrton Senna</title>
	<description><![CDATA[<p>Como fã de automobilismo me sinto instigado a falar sobre o enorme sucesso que o jovem piloto inglês Lewis Hamilton faz nesta temporada da Fórmula 1. <br />
<img alt="lewis.jpg" src="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/lewis.jpg" width="203" height="152" /></p>

<p>Depois de seis pódios nas seis corridas de sua primeira temporada, incluindo a primeira vitória, no Canadá, Lewis deixou de ser uma grande promessa e se tornou ídolo aqui na Inglaterra. Já começam a aparecer na imprensa local comparações com nomes consagrados da F1, como Senna, Schumacher e Prost. É de se esperar que seja assim. Mas recordes à parte, o que mais tem me impressionado em Lewis, é exatamente o que o torna diferente desses pilotos. </p>

<p>Apesar do talento inegável, vejo que Lewis é na verdade um produto da nova F1. </p>

<p>Desde o começo da adolescência, ele é piloto da McLaren. E de acordo com uma reportagem publicada no jornal The Guardian, um neurocientista contratado pela equipe vem trabalhando com Lewis há algum tempo para desenvolver o cérebro dele e melhor prepará-lo para as reações exigidas por um carro de Formula 1. Partes específicas do cérebro de Lewis têm sido treinadas desde cedo para fornecer respostas em velocidades elevadíssimas, em níveis não atingidos naturalmente.</p>

<p>Além disso, a McLaren teria colocado uma arma secreta à disposição de Lewis. Um simulador sofisticadíssimo, capaz de reproduzir em mínimos detalhes cada um dos 17 circuitos em que serão disputados o campeonato deste ano. A super máquina também seria capaz de simular diferentes condições do carro, alterando e combinando milhares de aspectos, desde níveis diferenciados de desgaste de pneus (a grande incógnita desta temporada) até as condições da pista, como calor excessivo, chuva ou frio. A reportagem garante que Lewis passou milhares de horas neste "vídeo game" enquanto crescia longe da atenção da mídia.</p>

<p>Isso poderia explicar a familiaridade que o novato tem demonstrado em difíceis circuitos onde nunca tinha dirigido antes, como Melbourne e Montreal. </p>

<p>No Canadá, enquanto pilotos mais experientes como seu companheiro de McLaren, o bi-campeão mundial Fernando Alonso, lutavam para se manter no asfalto, o jovem estreante não cometia nenhum erro, dominando a corrida de ponta a ponta.</p>

<p>E como se não bastassem a ciência, a tecnologia e o talento, Lewis disse ainda em entrevista a um canal de TV britânico, que acha que "tem recebido uma ajuda lá de cima, do Ayrton Senna", disse ele. Assim não há quem resista.</p>

<p>Não será surpresa se daqui a pouco começar o choro das equipes rivais alegando deslealdade do concorrente.</p>]]></description>
         <dc:creator>Ricardo Acampora 
Ricardo Acampora
</dc:creator>
	<link>https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/london/2007/06/post_4.shtml</link>
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	<category>london</category>
	<pubDate>Thu, 14 Jun 2007 13:48:22 +0000</pubDate>
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