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<title>
BBC BRASIL Londonices
 - 
Camilla Costa
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Observações e curiosidades sobre a cidade-sede dos jogos olímpicos de 2012.</description>
<language>pt</language>
<copyright>Copyright 2013</copyright>
<lastBuildDate>Fri, 14 Sep 2012 16:13:00 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Mind the gap</title>
	<description><![CDATA[<div class="imgCaptionCenter" style="text-align: center; display: block; "><a href="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/09/Mind_the_gap_2-98597.shtml" onclick="window.open('https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/09/Mind_the_gap_2-98597.shtml','popup','width=3648,height=2736,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img alt="" src="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/09/Mind_the_gap_2-thumb-3648x2736-98597.jpg" width="600" height="450" class="mt-image-center" style="margin: 0 auto 5px;" /></a><p style="max-width:600px;font-size: 11px; color: rgb(102, 102, 102);margin: 0 auto 20px;">Foto: Reinhard Dietrich/WikiCommons </p></div>

<p>Com o início da London Fashion Week nesta sexta-feira, está (quase) oficialmente decretado o fim do verão britânico. O frio do outono já começou a chegar, mas os eventos ao ar livre continuam acontecendo aqui e ali, para não deixarmos de aproveitar o restinho do sol. As vitrines já mudaram e os tablóides já deixaram a euforia esportiva de lado para voltar às reclamações normais.</p>

<p>Mas uma coisa não muda: aqui na capital britânica, "Mind the gap" continua sendo uma das frases mais escutadas e lidas, porque estampada em todo tipo de souvenirs. Ela significa, em tradução livre, "cuidado com o vão", referindo-se ao espaço entre o trem do metrô e a plataforma de embarque. Mas gap também é discrepância, disparidade, o intervalo que separa uma coisa de outra.</p>

<p>Além de conselho, Mind the gap também pode ser um bom modo de enxergar as coisas. Nestes meses, e aproveitando a "passagem de tocha" de Londres para o Rio, Paula e eu tentamos observar as disparidades entre a Grã-Bretanha do Brasil na política, na cultura e na vida cotidiana. </p>

<p>Agora, o Londonices encerra sua transmissão e agradece a todos os nossos leitores e comentaristas fieis. Esperamos que tenham apreciado as nossas histórias, comentários e dicas - e algumas reclamações, que ninguém é de ferro - sobre a cidade.</p>]]></description>
         <dc:creator>Camilla Costa 
Camilla Costa
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	<pubDate>Fri, 14 Sep 2012 16:13:00 +0000</pubDate>
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	<title>Downton fever</title>
	<description><![CDATA[<div class="imgCaptionCenter" style="text-align: center; display: block; "><a href="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/09/foto-98538.shtml" onclick="window.open('https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/09/foto-98538.shtml','popup','width=1440,height=1440,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img alt="" src="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/09/foto-thumb-1440x1440-98538.jpg" width="400" height="400" class="mt-image-center" style="margin: 0 auto 5px;" /></a><p style="max-width:400px;font-size: 11px; color: rgb(102, 102, 102);margin: 0 auto 20px;">Matthew e Mary Crawley já são o casal do ano </p></div>

<p>Apesar da tradição em "period dramas", filmes e seriados de época, os ingleses pareciam meio cansados do gênero, tanto no cinema quanto na TV. Mas eis que veio Downton Abbey e a Inglaterra foi pega novamente pelo pé.</p>

<p>Na última semana, todos os jornais e revistas de circulação nacional se renderam à expectativa pela terceira temporada da série do canal ITV, que estreia neste domingo e acompanha a família Crawley e seu numeroso séquito de empregados durante o início do século 20 - a história começa com o naufrágio do Titanic.</p>

<p>Depois que a série, surpreendentemente, caiu no gosto também do público americano (que já está sofrendo porque só verá a terceira temporada em janeiro de 2013), virou piada o fato de que é quase impossível descrever a trama principal de Downton Abbey sem que ela pareça absurdamente chata. Vamos tentar:</p>

<p><em>O Conde de Gratham, sua mulher e suas três filhas (e todos os empregados da casa) se vêem em uma situação complicada quando os herdeiros seguintes da propriedade, que só pode ser passada para homens da família, morrem no Titanic. O próximo na linha de sucessão é Matthew Crawley, um primo distante que, para horror da família aristocrática, é um advogado "modernoso" que mora em Manchester e não tem lá muita vontade de assumir uma propriedade tradicional (que é a Downton Abbey em questão).</em></p>

<p>Não funcionou, né? Mas os criadores da série dizem que ela pegou porque, ao contrário da maioria dos dramas de época ingleses, tem um ritmo mais rápido, muitas tramas interessantes acontecendo. O escritor de "Downton", Julian Fellowes (famoso pelo filme Assassinato em Gosford Park), diz que o fato de todos os personagens - sejam os criados ou o senhores da casa - terem tramas pessoais e peso emocional também faz diferença.</p>

<p>É claro que, no fundo, Downton Abbey é mesmo uma novela, no melhor estilo latino-americano, com guerras, reviravoltas e golpes pelo meio. Mas uma novela que, com excelentes atuações, personagens envolventes, um bom roteiro e muitos insights divertidos sobre como os aristocratas ingleses tiveram que se adaptar ao breve século 20 (a família se confronta com novidades como telefones, sufragetes e o conceito de "fim de semana"), conquistou não só as mulheres, mas também os homens aqui e além-mar.</p>

<p>Já se nota que as pessoas estão programando seu domingo à noite com base na estreia. Também sou fã, então aguardo as máscaras temáticas de papel nas lojas, que por enquanto só oferecem o básico: Família Real, Mr. Bean, Robert Pattinson.</p>

<p>O interessante na Grã-Bretanha é que, tanto os canais públicos da BBC quanto canais pagos de televisão, como o ITV e o C4, permitem assistir gratuitamente aos episódios de quase todos os programas na internet, até uma semana depois que eles são exibidos. Não é preciso ser assinante de nada, nem preencher nenhum cadastro. </p>

<p>O grande argumento a favor da ideia é que isso ajuda a aumentar gradualmente a audiência dos programas e o burburinho sobre eles, já que os atrasados sempre podem correr atrás. A necessidade de piratear os programas também diminui. E o argumento contra é que....bem, ainda não conheço um argumento contra. </p>

<p><strong>Atualização: </strong>No Brasil, como os leitores me informaram depois desse post, Downton Abbey é exibida no canal de TV paga Globosat HD. Segundo a <a href="http://oglobo.globo.com/cultura/kogut/posts/2012/07/10/critica-globosat-hd-exibe-downton-abbey-fora-de-ordem-454575.asp">colunista d'O Globo Patricia Kogut</a>, os episódios volta e meia são exibidos fora da ordem ou repetidos. E a série não pode ser assistida online. Mas se alguém estivesse bastante interessado certamente poderia conseguir os episódios da série por outros meios, digamos, tecnológicos, que eu não poderia descrever neste espaço. </p>]]></description>
         <dc:creator>Camilla Costa 
Camilla Costa
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	<link>https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/2012/09/downton_fever.shtml</link>
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	<category></category>
	<pubDate>Thu, 13 Sep 2012 16:10:00 +0000</pubDate>
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	<title>Londres, cidade proibida</title>
	<description><![CDATA[<div class="imgCaptionCenter" style="text-align: center; display: block; "><a href="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/09/mapa_proibicao-98493.shtml" onclick="window.open('https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/09/mapa_proibicao-98493.shtml','popup','width=1646,height=832,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img alt="" src="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/09/mapa_proibicao-thumb-1646x832-98493.jpg" width="600" height="303" class="mt-image-center" style="margin: 0 auto 5px;" /></a><p style="max-width:600px;font-size: 11px; color: rgb(102, 102, 102);margin: 0 auto 20px;">Em todas estas áreas em vermelho é proibido andar na rua com bebidas alcoólicas. </p></div>

<p>Londres tem a fama de cidade mais vigiada do mundo, por causa de todas as câmeras espalhadas em espaços públicos e privados da cidade. Protestos contra o excesso de controle são temas constantes de manifestações e obras de arte de rua na cidade. </p>

<p>Mas outro fenômeno que já está na mira dos londrinos são as leis locais, que transformam atividades teoricamente legais em crimes em determinados bairros. Essa semana, o grupo Manifesto Club, que realiza campanhas contra o que chama de "hiperregulação da vida cotidiana", <a href="http://www.bannedinlondon.co.uk/map.html">lançou um mapa com 435 "zonas de proibição" na capital britânica</a>.</p>

<p>Eles descobriram que em mais de 200 locais da cidade é proibido levar seu cachorro para passear em parques e locais abertos. Desobedecer a regra é passível de processo ou multa. Em outras 32 áreas os policiais tem o poder de exigir que grupos de duas ou mais pessoas se separem ou deixem o local por 24h, caso não queiram ser presos.</p>

<p>Uma das principais proibições na cidade é ter álcool em sua posse. Em 74 zonas e 14 bairros inteiros, policiais, seguranças privados e até funcionários das prefeituras locais podem simplesmente confiscar garrafas e latas - mesmo que não estejam abertas - de qualquer pessoa. E a pessoa em questão nem precisa estar fazendo bagunça, basta ter uma bebida alcoólica em mãos.</p>

<p>Panfletagem e protestos também são proibidos em outras áreas da cidade, aumentando as questões sobre até que ponto estamos dispostos a aceitar que liberdades sejam tolhidas em nome da segurança.</p>

<p>As leis que criaram estas zonas de proibição - feitas entre 2001 e 2006 - também não impediram os tumultos nas ruas de Londres em 2011, consequência de problemas sociais sérios e crescentes que sempre encontrarão maneiras de explodir caso não tenham a atenção do poder público.</p>

<p>A mania de Londres está pegando em cidades do mundo inteiro e também em diversas capitais brasileiras. Em São Paulo, por exemplo, o blog <a href="http://kassabproibiu.tumblr.com/">"Kassab proibiu"</a> faz piada com as inúmeras proibições do atual prefeito. Mas talvez seja a hora de sairmos do conforto do "protesto bem-humorado". Um mapeamento como este pode nos ajudar também a saber o quanto estamos sendo limitados na nossa própria vizinhança.<br />
</p>]]></description>
         <dc:creator>Camilla Costa 
Camilla Costa
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	<link>https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/2012/09/londres_cidade_proibida.shtml</link>
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	<pubDate>Wed, 12 Sep 2012 15:41:00 +0000</pubDate>
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	<title>A bolha paraolímpica</title>
	<description><![CDATA[<div class="imgCaptionCenter" style="text-align: center; display: block; "><a href="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/09/tv015646327-98465.shtml" onclick="window.open('https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/09/tv015646327-98465.shtml','popup','width=768,height=520,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img alt="" src="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/09/tv015646327-thumb-768x520-98465.jpg" width="600" height="406" class="mt-image-center" style="margin: 0 auto 5px;" /></a><p style="max-width:600px;font-size: 11px; color: rgb(102, 102, 102);margin: 0 auto 20px;">E agora, José? A Paraolimpíada acabou, a pira apagou, a rampa sumiu... (Foto: AP) </p></div>

<p>No início desta semana, o Transport for London anunciou que as rampas que ajudam cadeirantes a subirem nos trens serão mantidas em 16 estações de metrô da cidade - por tempo limitado.</p>

<p>O órgão anunciou que, nos próximos meses, vai "rever" o uso das rampas e calcular os benefícios para os usuários, custos, etc. A decisão agradou, mas também alarmou muitos londrinos portadores de deficiências que já reclamavam dos problemas de acessibilidade no transporte público.</p>

<p>Em maio, John Thornton fez uma espécie de <a href="http://boldlytogo.blogspot.co.uk/2012/05/wheelchair-user-welcome-to-independent.html">mapa modificado do metrô</a>, mostrando quais eram as estações realmente acessíveis. O mapa difere razoavelmente do oficial porque, segundo Thornton, mesmo nas estações onde o acesso da rua às plataformas não tem degraus, a subida no trem muitas vezes é tão alta que torna impossível que um cadeirante viaje sem ajuda.</p>

<p>Durante a Paraolimpíada, portadores de deficiências <a href="http://www.guardian.co.uk/society/2012/sep/07/disabled-visitors-paralympic-bubble-reality">disseram ao jornal britânico Guardian</a> que a "bolha" de acessibilidade durante os Jogos não é a realidade da capital. A atleta Sophie Christiansen, que tem paralisia cerebral e ganhou três medalhas de ouro na equitação em 2012, também afirmou ao jornal que Londres é "horrível" para um cadeirante e que as coisas não deverão mudar muito depois do verão olímpico.</p>

<p>Segundo ela, apesar de o número de funcionários para ajudarem os portadores de deficiência nas estações durante os Jogos ter aumentado - este número já voltou ao normal -, as limitações físicas do acesso ainda não foram eliminadas.</p>

<p>Como dissemos alguns posts atrás, a conversa sobre o legado dos Jogos está só começando, agora que as competições chegaram ao fim. A Paraolimpíada de Londres foi uma das mais vistas da história. Mas o que as pessoas daqui querem saber é se ela será também uma das mais transformadoras.</p>]]></description>
         <dc:creator>Camilla Costa 
Camilla Costa
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	<pubDate>Tue, 11 Sep 2012 16:46:00 +0000</pubDate>
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	<title>Uma aula de cinema em Hogwarts</title>
	<description><![CDATA[<div class="imgCaptionCenter" style="text-align: center; display: block; "><a href="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/09/9d078386f69011e19d8c22000a1cf738_7-98422.shtml" onclick="window.open('https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/09/9d078386f69011e19d8c22000a1cf738_7-98422.shtml','popup','width=612,height=612,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img alt="" src="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/09/9d078386f69011e19d8c22000a1cf738_7-thumb-612x612-98422.jpg" width="400" height="400" class="mt-image-center" style="margin: 0 auto 5px;" /></a><p style="max-width:400px;font-size: 11px; color: rgb(102, 102, 102);margin: 0 auto 20px;">Fila para o trem de Hogwarts em King's Cross: note a quantidade impressionante de crianças (zero) </p></div>

<p>É claro que este blog fatalmente teria um post relacionado a Harry Potter. O fenômeno literário e cinematográfico britânico por excelência da última década deixou inúmeras marcas na cidade e é, naturalmente, amplamente explorado pela indústria do turismo.</p>

<p>Entre a "Plataforma 9 e 3/4" com direito a carrinho de malas atravessando a parede em King's Cross - onde Harry e seus colegas tomavam o trem para a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts - até as vitrines cativas repletas de varinhas e pomos de ouro em lojas de brinquedos tradicionais como a Hamley's, a Londres de Harry é bem bonitinha, mas não surpreende muito.</p>

<p>Mas isso muda quando você chega ao <a href="http://www.wbstudiotour.co.uk/">estúdio de Leavesden</a>, onde os oito filmes foram feitos, transformado em uma espécie de museu da série. Este sim, é um dos melhores passeios que Londres pode oferecer atualmente - mesmo que você não seja lá muito de Harry Potter.</p>

<p>Esqueça a ideia de um parque temático dos livros de J.K. Rowling - este já existe nos Estados Unidos. É claro que, porque ninguém é de ferro, há "atrações" como andar no beco diagonal, tirar uma foto voando de vassoura ou tomar "butterbeer" - que é doce o suficiente para que as crianças não queiram mais nada na vida.</p>

<p>Mas o tour nos estúdios vale mesmo a pena porque é a execução de uma bela ideia: preservar o trabalho dos milhares de profissionais que se dedicaram durante 10 anos à criação dos filmes, de cenários enormes a máscaras de duendes administradores de bancos, passando por aranhas gigantes.</p>

<div class="imgCaptionCenter" style="text-align: center; display: block; "><a href="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/09/pocoes-98428.shtml" onclick="window.open('https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/09/pocoes-98428.shtml','popup','width=1440,height=1440,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img alt="" src="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/09/pocoes-thumb-1440x1440-98428.jpg" width="400" height="400" class="mt-image-center" style="margin: 0 auto 5px;" /></a><p style="max-width:400px;font-size: 11px; color: rgb(102, 102, 102);margin: 0 auto 20px;">Só uma parte dos 500 frascos etiquetados à mão para a aula de poções </p></div>

<p>O objetivo - bastante claro - do passeio é mostrar o que está envolvido na criação de uma série de fantasia desta magnitude. E longe de ser decepcionante, a visão dos bastidores é também um tanto fantástica, por conta da tecnologia e do apuro técnico envolvidos em cada um dos objetos e na concepção dos filmes.</p>

<p>O tour não é dividido pelos capítulos da série e, sim, por seções especiais dedicadas ao trabalho de cada uma das equipes. Destacam-se uma exposição dos ilustradores que fizeram a arte conceitual, os modelos de Hogwarts onde os movimentos de câmera panorâmicos eram estudados e executados e os veículos criados especialmente para os filmes, como o ônibus de três andares. E, é claro, o Ministério da Magia.</p>

<p>Se seus filhos (ou você, admita) forem fãs dos personagens de J.K. Rowling, você terá o coração deles para sempre depois de levá-los lá - ou pelo menos até que eles façam 16 anos. Mas se você for somente um amante de cinema latino-americano sem dinheiro no bolso, o passeio vale ainda mais a pena. Quem dera que outros filmes do gênero tivessem algo do tipo.</p>

<p>"Sem dinheiro no bolso" é, obviamente, só força de expressão. O tour no estúdio de Leavesden tem um preço razoável, mas é cobrado em uma moeda <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vocabul%C3%A1rio_da_s%C3%A9rie_de_livros_Harry_Potter#Trouxas">trouxa </a>chamada "libra esterlina", cuja conversão para reais pode ser mais impiedosa que--Ok, vou parar com as referências.</p>

<div class="imgCaptionCenter" style="text-align: center; display: block; "><a href="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/09/foto-98425.shtml" onclick="window.open('https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/09/foto-98425.shtml','popup','width=1224,height=1632,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img alt="" src="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/09/foto-thumb-1224x1632-98425.jpg" width="400" height="533" class="mt-image-center" style="margin: 0 auto 5px;" /></a><p style="max-width:400px;font-size: 11px; color: rgb(102, 102, 102);margin: 0 auto 20px;">Não se ignora um convite ao escritório de Dumbledore </p></div>]]></description>
         <dc:creator>Camilla Costa 
Camilla Costa
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	<link>https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/2012/09/uma_aula_de_cinema_em_hogwarts.shtml</link>
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	<pubDate>Mon, 10 Sep 2012 17:10:00 +0000</pubDate>
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	<title>O engodo do wi-fi</title>
	<description><![CDATA[<div class="imgCaptionCenter" style="text-align: center; display: block; "><a href="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/09/foto2-98375.shtml" onclick="window.open('https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/09/foto2-98375.shtml','popup','width=3264,height=2448,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img alt="" src="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/09/foto2-thumb-3264x2448-98375.jpg" width="600" height="450" class="mt-image-center" style="margin: 0 auto 5px;" /></a><p style="max-width:600px;font-size: 11px; color: rgb(102, 102, 102);margin: 0 auto 20px;"> </p></div>

<p>Os números quase ao fim dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos já asseguram que Londres se tornou uma cidade com mais internet pública gratuita. Para conseguir suportar o tráfego de dados durante o período, a cidade ganhou cerca de 4 mil hotspots, que abarcaram parques, locais de competições e algumas estações de metrô.</p>

<p>Para fazer isso, as empresas BT, Virgin e O2 disputaram os hotspots da cidade. A BT manteve o acesso pago na maior parte dos locais de competições, a O2 ficou com áreas mais populosas do centro como Kensington, Chelsea e Westminster e a Virgin colocou hotspots em 72 estações de metrô. O plano é chegar a 120 até o fim do ano. A BskyB, com a sua The Cloud, tem 11 mil hotspots em todo o país.</p>

<p>Mas devo dizer que, apesar de ter ficado de olho na qualidade e disponibilidade real das redes nas ruas daqui desde que cheguei, em junho (quando vi em um jornal o anúncio da foto acima), não consegui fazer bom uso delas. </p>

<p>A qualidade em geral era bem ruim e não me permitia usar nem o básico whatsapp/redes sociais. Abrir alguma página no celular, então, já seria pedir demais. O 3G que tenho aqui era mais confiável em qualquer lugar da cidade - até no metrô, quando as estações eram abertas.  </p>

<p>Mas para proteger o "cartel" das operadoras, uma polícia de wi-fi andava pela cidade detectando e fechando pontos "ilegais", ou seja, hotspots gratuitos que tinham sido espontaneamente (ou descuidadamente) abertos por pessoas ou estabelecimentos.</p>

<p>Agora, antes que eu pareça estar desdenhando de algo que, em teoria, é um ótimo serviço, devo dizer que ter internet ilimitada no celular em Londres é simples e muito barato. Com a operadora que uso atualmente, pago 15 libras (R$ 48) por mês e tenho internet ilimitada (que uso também no computador de casa), além de muitos minutos e SMS. E estamos falando de um plano pré-pago, sem contas nem vínculos. </p>

<p>Por isso achei inicialmente estranho quando soube que a Virgin cobrará uma taxa para o uso do seu hotspot no metrô a partir desse mês. Quem vai pagar? Talvez os turistas, mas duvido. Atualmente, vale mais a pena para quem já tem um smartphone andar com o wi-fi desligado pela cidade, para evitar que as páginas de acesso dos hotspots oficiais invadam a sua tela e não te deixem fazer mais nada (sim, The Cloud, estou falando com você).</p>

<p>Não deixa de me parecer uma certa picaretagem dizer que a cidade terá toda esta oferta de internet gratuita por causa da Olimpíada, se ela não funciona bem, veta a participação de atores independentes e ainda por cima, passará a ser cobrada depois. É uma lição a levar, sem dúvida, mas para termos atenção redobrada no Brasil, onde as operadoras de internet/celular/TV a cabo já tem, digamos, o hábito de lesar o consumidor, oferecendo pacotes "imperdíveis" por preços "inacreditáveis".</p>

<p>Há uma semana, uma matéria do Uol disse que já se estima que a capacidade das redes para tráfego de dados no Rio em 2016 terá que ser 95% maior do que em Londres.</p>]]></description>
         <dc:creator>Camilla Costa 
Camilla Costa
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	<pubDate>Fri, 07 Sep 2012 16:40:00 +0000</pubDate>
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	<title>Onde está (e quem é) Banksy?</title>
	<description><![CDATA[<div class="imgCaptionCenter" style="text-align: center; display: block; "><a href="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/09/tv006541093-98292.shtml" onclick="window.open('https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/09/tv006541093-98292.shtml','popup','width=768,height=576,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img alt="" src="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/09/tv006541093-thumb-768x576-98292.jpg" width="600" height="450" class="mt-image-center" style="margin: 0 auto 5px;" /></a><p style="max-width:600px;font-size: 11px; color: rgb(102, 102, 102);margin: 0 auto 20px;">A obra &quot;Um país sob câmeras de vigilância&quot;, em Londres, que foi coberta com tinta branca</p></div>

<p><a href="https://maps.google.co.uk/maps/ms?msa=0&msid=201330103949415721523.00043e2db5162c1cbc318">Este mapa interativo </a>pode guiá-lo em um dos novos esportes favoritos de londrinos e turistas: a caça a um grafite do lendário Banksy na cidade.</p>

<p>Os colaboradores marcam os pontos onde sabe-se que o artista deixou sua marca e os atualizam com fotos, descrições atuais das obras e ocasionais protestos sobre a sua remoção. Trabalhos do grafiteiro de Bristol estão sendo paulatinamente removidos dos muros. "É parte do ciclo de vida da arte de rua", argumentam alguns. "É caretice", vociferam outros.</p>

<p>Enquanto isso, o próprio Banksy ainda não parece disposto a revelar sua identidade nem seus próximos passos, mesmo após ter realizado um documentário que concorreu ao Oscar (por falar nisso, a "estrela" do filme, Mr. Brainwash, está expondo seus trabalhos em um galpão no centro da cidade). Isto é, caso o nome Banksy seja realmente de um artista só e não de um grupo, como muitos suspeitam.</p>

<p>Conheci um estudante de fotografia birmanês que me relatou um encontro bastante com um homem um tanto enigmático. Ele era bastante tatuado, usava lentes de contato brancas, estava um pouco sujo de spray e usava uma camisa que dizia: "I'm not Banksy" (Eu não sou Banksy). Mas  engatou uma conversa com o birmanês, durante a qual disse trabalhar "pintando com spray" e estar "terminando alguns trabalhos por aí".</p>

<p>O homem não quis revelar o nome, disse que não era uma boa ideia fazê-lo, mas se deixou fotografar. Grafiteiros famosos, pouco famosos e aspirantes não faltam em Londres, é claro. E temos dúvidas sobre se o Banksy real deixaria que uma foto sua circulasse por aí, mas quem sabe?</p>

<div class="imgCaptionCenter" style="text-align: center; display: block; "><a href="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/09/ganesh_artista-98275.shtml" onclick="window.open('https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/09/ganesh_artista-98275.shtml','popup','width=640,height=960,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img alt="" src="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/09/ganesh_artista-thumb-640x960-98275.jpg" width="400" height="600" class="mt-image-center" style="margin: 0 auto 5px;" /></a><p style="max-width:400px;font-size: 11px; color: rgb(102, 102, 102);margin: 0 auto 20px;">Um dos muitos &quot;Banksys&quot; que existem por Londres ou, quem sabe, o original. Foto cedida por Ganesh Baniya </p></div>]]></description>
         <dc:creator>Camilla Costa 
Camilla Costa
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	<pubDate>Wed, 05 Sep 2012 15:30:00 +0000</pubDate>
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	<title>O último sorvete do verão</title>
	<description><![CDATA[<div class="imgCaptionCenter" style="text-align: center; display: block; "><a href="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/09/foto3-98228.shtml" onclick="window.open('https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/09/foto3-98228.shtml','popup','width=612,height=612,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img alt="" src="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/09/foto3-thumb-612x612-98228.jpg" width="400" height="400" class="mt-image-center" style="margin: 0 auto 5px;" /></a><p style="max-width:400px;font-size: 11px; color: rgb(102, 102, 102);margin: 0 auto 20px;">Procura-se um sorvete desesperadamente </p></div>

<p>Um par de vacas multicoloridas anunciava, no último domingo, um festival de sorvete próximo à estação de Kings's Cross. Ora, vejam. Desde o início desta semana o sol voltou a brilhar em Londres, para nos dar o gosto do finzinho do verão, mas no domingo, o dia foi frio e nublado. De qualquer modo, pensei, um festival de sorvete não se perde assim.</p>

<p>A área de King's Cross, como Paula disse no post anterior, está passando por uma série de reformas e revitalizações, das quais fazem parte inúmeros projetos culturais e pequenos festivais. Nos próximos dias, eles também receberão shows de música africana. O "Ice Cream Festival", cuja entrada era gratuita (viu, São Paulo?) prometia trazer alguns dos melhores fabricantes de sorvete do país, ter ordenha de vacas e programações infantis.</p>

<div class="imgCaptionCenter" style="text-align: center; display: block; "><a href="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/09/foto4-98231.shtml" onclick="window.open('https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/09/foto4-98231.shtml','popup','width=612,height=612,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img alt="" src="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/09/foto4-thumb-612x612-98231.jpg" width="400" height="400" class="mt-image-center" style="margin: 0 auto 5px;" /></a><p style="max-width:400px;font-size: 11px; color: rgb(102, 102, 102);margin: 0 auto 20px;">A vaca da ordenha se chamava Camilla: um sinal? um deboche? </p></div>

<p>E cumpria, pelo menos parcialmente. Mesas de ping-pong, uma "prainha" com esculturas de areia para as crianças menores e uma ordenha de água em vacas de plástico garantiam a diversão familiar de domingo. Infelizmente, o outro sócio da empreitada - o sol - não estava contribuindo muito. Um pequeno estábulo com ovelhas (sim, essas eram reais) e um stand com sorveteiros-cientistas fazendo iguarias de nitrogênio também foi responsável pela parte divertida/educativa do festival. </p>

<p>Tudo isso consegui ver rapidamente ao chegar em King's Cross por volta das 16h do domingo. Mas um personagem fazia falta, notoriamente: o sorvete, propriamente dito. Havia trailers de pizza, hamburguer, comida indiana. E algumas barracas de sorvete, que já pareciam fechadas. As placas riscadas anunciavam que os melhores sabores já haviam ido embora. Mesmo sem calor, parecia que a estrela da festa tinha sido consumida muito rapidamente.</p>

<div class="imgCaptionCenter" style="text-align: center; display: block; "><a href="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/09/foto2-98234.shtml" onclick="window.open('https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/09/foto2-98234.shtml','popup','width=1363,height=1363,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img alt="" src="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/09/foto2-thumb-1363x1363-98234.jpg" width="400" height="400" class="mt-image-center" style="margin: 0 auto 5px;" /></a><p style="max-width:400px;font-size: 11px; color: rgb(102, 102, 102);margin: 0 auto 20px;">Na falta de sorvete, um novo rei dos verões futuros se anunciava: o frozen yogurt </p></div>

<p>Demorei um pouco para descobri que ainda havia um pouco de sorvete bom e barato à venda. Com sabores diferentes, leite orgânico e de outras variedades. Mas as filas eram enormes - e já começava a chover. </p>

<p>Fazer o que, né? Assim é a vida em Londres e, pelo menos, nunca é entediante. O escritor inglês Samuel Johnson disse "When a man is tired of London, he's tired of life" (Se um homem está cansado de Londres, está cansado da vida). Em nome da aventura num domingo nublado, entrei na fila. Alguns novos amigos e jogos de celular depois, consegui, vitoriosa, o meu sorvete. Chuva, frio, não importa. Os rituais da estação devem ser respeitados. Especialmente para quem tem tão pouco verão, como os britânicos.</p>

<div class="imgCaptionCenter" style="text-align: center; display: block; "><a href="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/09/foto1-98237.shtml" onclick="window.open('https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/09/foto1-98237.shtml','popup','width=1440,height=1440,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img alt="" src="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/09/foto1-thumb-1440x1440-98237.jpg" width="400" height="400" class="mt-image-center" style="margin: 0 auto 5px;" /></a><p style="max-width:400px;font-size: 11px; color: rgb(102, 102, 102);margin: 0 auto 20px;">A vitória, enfim </p></div>
]]></description>
         <dc:creator>Camilla Costa 
Camilla Costa
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	<pubDate>Tue, 04 Sep 2012 15:30:00 +0000</pubDate>
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	<title>O caos ordenado no carnaval</title>
	<description><![CDATA[<div class="imgCaptionCenter" style="text-align: center; display: block; "><a href="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/ssystemvale.jpg"><img alt="" src="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/08/ssystemvale-thumb-1489x1436-98050.jpg" width="600" height="578" class="mt-image-center" style="margin: 0 auto 5px;" /></a><p style="max-width:600px;font-size: 11px; color: rgb(102, 102, 102);margin: 0 auto 20px;">A busca valia a pena; só música boa nos SoundSystems </p></div>

<p>O Carnaval de Notting Hill passou e, para quem tem experiência nos maiores carnavais do Brasil, Salvador, Recife, Rio de Janeiro, a impressão é de que foi tudo divertido, mas meio caótico demais.</p>

<p>Um desavisado que chegasse no início do circuito sem ter conseguido um dos mapinhas distribuídos na rua teria um pouco de dificuldade de saber para onde ia a multidão, já que parte estava seguindo os desfiles, outra parte estava procurando os SoundSystems e uma terceira parte só estava vagando por ali mesmo.</p>

<p>Mas devo admitir que o carnaval de Notting Hill deixou alguns aspectos na nossa organização no chinelo quando descobri que eles tinham um aplicativo para iPhone, com todas as informações necessárias. </p>

<p>O aplicativo era gratuito, simples e simpático, com mapas diferentes para que você soubesse como se localizar no percurso do desfile, onde ficava cada um dos SoundSystems e o que cada um tocaria, onde eram os postos de primeiros socorros, as barracas oficiais de comida (apesar de que as não oficiais eram abundantes também) e os banheiros.</p>

<p>Seria bem mais fácil jogar só uns mapas "de papel" no aplicativo, mas esse usa o localizador do celular para que você não precise ficar rodando mapa na mão - já sabe de onde está mais perto. Mas uma versão simplificada do mapa geral também fica disponível para ver offline, no caso de - coisa bastante esquisita e comum aqui em Londres - a rede do celular caia, porque o lugar está "cheio demais".</p>

<p>Claro que nos carnavais brasileiros o que a gente menos quer é levar um smartphone para a rua. Mesmo assim, não custa nada sonhar com o dia em que isso será possível sem problemas. De qualquer modo, o exemplo é bom e pode funcionar com uma série de outros festivais ao ar livre - e também fechados - no Brasil.</p>

<p>Copiem aí, gente!</p>

<div class="imgCaptionCenter" style="text-align: center; display: block; "><a href="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/foto_x.jpg"><img alt="" src="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/08/foto_x-thumb-640x877-98052.jpg" width="500" height="685" class="mt-image-center" style="margin: 0 auto 5px;" /></a><p style="max-width:500px;font-size: 11px; color: rgb(102, 102, 102);margin: 0 auto 20px;">Para quem queria ver o desfile.... </p></div>

<div class="imgCaptionCenter" style="text-align: center; display: block; "><a href="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/foto.jpg"><img alt="" src="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/08/foto-thumb-640x879-98054.jpg" width="500" height="686" class="mt-image-center" style="margin: 0 auto 5px;" /></a><p style="max-width:500px;font-size: 11px; color: rgb(102, 102, 102);margin: 0 auto 20px;">...ou só ouvir música. </p></div>]]></description>
         <dc:creator>Camilla Costa 
Camilla Costa
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	<category></category>
	<pubDate>Fri, 31 Aug 2012 16:15:54 +0000</pubDate>
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	<title>Polêmica no horizonte</title>
	<description><![CDATA[<div class="imgCaptionCenter" style="text-align: center; display: block; "><a href="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/08/MySkyLineLondon_2-97951.shtml" onclick="window.open('https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/08/MySkyLineLondon_2-97951.shtml','popup','width=1600,height=800,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img alt="" src="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/08/MySkyLineLondon_2-thumb-1600x800-97951.jpg" width="600" height="300" class="mt-image-center" style="margin: 0 auto 5px;" /></a><p style="max-width:600px;font-size: 11px; color: rgb(102, 102, 102);margin: 0 auto 20px;"> </p></div>

<p>Apesar de ser uma capital bastante bem servida de prédios, Londres tem um dos skylines mais bonitos do mundo, na minha opinião. Especialmente à beira do Tâmisa.</p>

<p>Acho que a cidade, até agora, me parece uma das mais bem sucedidas em mesclar os prédios tradicionais de diversas épocas com os ultramodernos. É bastante diferente, por exemplo, de Paris, que tem separações muito marcadas entre antigo e moderno, entre história e atualidade arquitetônica. É incansávelmente bonita, claro, mas - ouso dizer - volta e meia se assemelha demais a um cenário, para o meu gosto.</p>

<p>Já em Londres é possível ver as camadas da história sobrepostas. Casas vitorianas, edifícios elizabetanos, pubs medievais e o Shard, maior arranha-céu da Europa. Infelizmente, não sei o suficiente sobre arquitetura para julgá-lo com mais propriedade. Mas o resultado é harmônico, agradável à vista e, em certas horas do dia, realmente espetacular.</p>

<p>Mas como em qualquer cidade grande, a população não está tão satisfeita com a construção dos prédios novos. O Shard, por exemplo, com seus 310 metros, foi alvo de bastante polêmica e críticas abertas até de jornais como o The Guardian, a Unesco e a associação English Heritage, que diz que ele prejudica as vistas protegidas da Catedral de St. Paul e do Parlamento.</p>

<p>Em 2010, a agência de consultoria arquitetônica Hayes Davidson, envolvida em alguns desses projetos de arranha-céus ambiciosos no mundo todo, criou uma espécie de jogo na internet em que é <a href="http://www.hayesdavidson.com/skyline/">possível construir o seu Skyline de Londres</a>. Aparentemente, eles estão tentando entender por que exatamente as pessoas reclamam dos edifícios e o que elas gostariam de ver no horizonte da cidade.</p>

<p>No site, que continua ativo, é possível escolher entre uma "base" para o seu skyline, que pode ser "do passado", ou seja, sem muitos edifícios, atual (de 2010) e consentida, que quer dizer já com a construção de edifícios como o Shard, permitidos pela prefeitura.</p>

<p>É um pouco difícil resistir, se você começa com a base simples, a colocar um bom número de prédios. Vistos assim, como silhuetas, em uma lista, eles tem formatos bonitinhos e parece mesmo que vão funcionar. Por isso, me pergunto se a lógica de criar um jogo sobre o Skyline não pode acabar induzindo os participantes a darem à agência armas para afirmar que eles querem uma cidade que não necessariamente querem.</p>

<p>Tentei deixar a minha Skyline modesta, mas foi mais forte que eu. Joguei lá no fundo uma torre Eiffel, só para ver como ficava. Mas em Paris, onde há limite de altura para os prédios, ela aparece de verdade. Aqui, é só mais uma. </p>]]></description>
         <dc:creator>Camilla Costa 
Camilla Costa
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	<link>https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/2012/08/polemica_no_horizonte_1.shtml</link>
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	<pubDate>Tue, 28 Aug 2012 11:00:00 +0000</pubDate>
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<item>
	<title>Os paraolímpicos estão chegando</title>
	<description><![CDATA[<div class="imgCaptionCenter" style="text-align: center; display: block; "><a href="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/08/tv015717792-97945.shtml" onclick="window.open('https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/08/tv015717792-97945.shtml','popup','width=768,height=511,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img alt="" src="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/08/tv015717792-thumb-768x511-97945.jpg" width="600" height="399" class="mt-image-center" style="margin: 0 auto 5px;" /></a><p style="max-width:600px;font-size: 11px; color: rgb(102, 102, 102);margin: 0 auto 20px;">As mudanças no Parque foram poucas, mas devem dar mais acesso aos atletas e espectadores. (Foto: AFP) </p></div>

<p>Esta é a parte dos que ninguém mostra: a preparação das Paraolimpíadas, que geralmente são relegadas a segundo (ou terceiro ou quarto) plano após os Jogos Olímpicos.</p>

<p>Durante os 16 dias entre a Olimpíada e a Paraolimpíada, poucas, mas importantes mudanças foram feitas no Parque Olímpico e em alguns dos locais de competições, que agora receberão esportes como basquete com cadeiras de rodas e vôlei sentado.</p>

<p>Além do óbvio - a mudança nos banners, sinalizações e ônibus em toda a cidade - novos voluntários estão sendo treinados. Os voluntários olímpicos foram o grande sucesso destes Jogos em Londres, mas só um terço deles trabalhará também na Paraolimpíada.</p>

<p>Para efeitos de economia e rapidez, a maior parte dos espaços dedicados às competições e cerimônias de Londres 2012 foi construída e adaptada pensando também nos atletas paraolímpicos.</p>

<p>Mas, segundo uma matéria da BBC News, ainda foi necessário fazer algumas mudanças antes da chegada dos mais de 4 mil para-atletas. O estádio olímpico aumentou seu número de lugares para cadeiras de rodas de 394 para 568. Ônibus também foram convertidos para dar mais espaço a cadeirantes.</p>

<p>Alguns dos locais de competições também foram levemente alterados, já que agora receberão esportes diferentes. A Riverbank Arena, que foi palco das disputas do hóquei, receberá o futebol de sete e de cinco jogadores.</p>

<p>Dentro do parque olímpico, um local especial para o tênis paraolímpico também foi criado. A Copper Box, que recebeu provas de handebol e pentatlo moderno, receberá o golbol, um esporte criado especialmente para atletas cegos.</p>

<div class="imgCaptionLeft" style="float: left; "><a href="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/08/tv015768218-97948.shtml" onclick="window.open('https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/08/tv015768218-97948.shtml','popup','width=768,height=501,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img alt="" src="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/08/tv015768218-thumb-768x501-97948.jpg" width="450" height="293" class="mt-image-left" style="margin: 0 20px 5px 0;" /></a><p style="max-width:450px;font-size: 11px; color: rgb(102, 102, 102);">As equipes paraolímpicas podem acabar se apresentando para os estádios mais cheios que já viram. (Foto: PA) </p></div>Mas como dezesseis dos "venues" sequer serão usados na Paraolimpíada, espera-se um final de verão tranquilo até demais em Londres apesar dos Jogos. As propagandas no metrô rapidamente mudaram, e pedem que os britânicos continuem aqui torcendo por sua delegação, porque "ainda há muito ouro para conseguir".

<p>Por outro lado, o Locog e a prefeitura estão suando a camisa para fazer com que cadeiras vazias nos estádios não sejam um problema desta vez.</p>

<p>Uma semana antes dos Jogos, 140 mil ingressos extra foram colocados à venda e, aparentemente, se esgotaram em cerca de 3 horas! A "pegadinha" é que pelo menos 100 mil deles eram ingressos que davam entrada somente para a visitação do Parque durante cinco horas, e não para as arenas de esportes.</p>

<p>Mesmo assim, estima-se que 2,2 milhões de ingressos dos 2,5 milhões totais dos Jogos tenham sido vendidos. Até agora, é o maior número de ingressos para uma Paraolimpíada vendidos na história da competição.</p>

<p>Parece que a febre olímpica pegou mesmo. Será que pega no Rio?</p>]]></description>
         <dc:creator>Camilla Costa 
Camilla Costa
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	<link>https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/2012/08/_durante_os_16_dias.shtml</link>
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	<pubDate>Mon, 27 Aug 2012 19:00:00 +0000</pubDate>
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<item>
	<title>Verão do fracasso</title>
	<description><![CDATA[<div class="imgCaptionCenter" style="text-align: center; display: block; "><a href="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/festivalfaillure.jpg"><img alt="" src="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/08/festivalfaillure-thumb-356x474-97856.jpg" width="356" height="474" class="mt-image-center" style="margin: 0 auto 5px;" /></a><p style="max-width:356px;font-size: 11px; color: rgb(102, 102, 102);margin: 0 auto 20px;">Um cartão de crédito que realmente deu trabalho para manter. Foto: www.festivaloffailure.com </p></div>

<p>Não se pode ganhar todas, é fato. Mas o difícil é entender isso em meio ao clima de verão vencedor na Inglaterra, depois de Jogos Olímpicos bem-sucedidos, 29 medalhas de ouro, sol e calor, festivais e bastante turismo.</p>

<p>Para que ninguém se sinta sozinho nos seus pequenos e grandes fracassos cotidianos, o projeto do Festival do Fracasso está pedindo que as pessoas enviem em fotos, tweets ou e-mails os seus momentos vergonhosos e francamente mal-sucedidos.</p>

<p>Entre as mensagens já enviadas estão:</p>

<p>"Acordei em um cemitério com o pai do meu novo namorado me sacudindo"<br />
"Matei uma coruja por acidente em uma cerimônia religiosa em Varanasi, Índia"<br />
"Fiz xixi na cama com minha namorada ao meu lado. Mas quando acordei, vi que não era minha namorada! Não fique bêbado."</p>

<p>Não me parece exatamente um orgulho dos problemas, mas uma vontade de rir deles. <br />
Além disso, com tantas conversas positivas em uma Inglaterra ainda em forte crise, vale lembrar que o verão é bom, mas passa.</p>

<p>E a vida não está lá muito fácil pra ninguém.</p>]]></description>
         <dc:creator>Camilla Costa 
Camilla Costa
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	<category></category>
	<pubDate>Wed, 22 Aug 2012 17:13:06 +0000</pubDate>
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<item>
	<title>O mundo é um palco, ao menos no verão</title>
	<description><![CDATA[<div class="imgCaptionCenter" style="text-align: center; display: block; "><a href="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/08/foto-97757.shtml" onclick="window.open('https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/08/foto-97757.shtml','popup','width=1632,height=1224,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img alt="" src="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/08/foto-thumb-1632x1224-97757.jpg" width="600" height="450" class="mt-image-center" style="margin: 0 auto 5px;" /></a><p style="max-width:600px;font-size: 11px; color: rgb(102, 102, 102);margin: 0 auto 20px;">Clitemnestra faz sua aparição no estilo &quot;Carrie, a estranha&quot;: Ela acaba de matar Agamemnon </p></div>

<p>O verão em Londres está desesperadamente quente para a surpresa de todos. Não se sabe o quanto isso vai durar, então a ordem do dia é ficar fora de casa sempre, tomando litros de sorvete de salted caramel (uma das grandes iguarias desconhecidas produzidas pelos ingleses), passeando à beira do Tâmisa, fazendo farofa nos parques e assistindo Shakespeare.</p>

<p>Nessa época do ano, inúmeras companhias de teatro encenam clássicos em parques e espaços públicos de Londres. Aqui no Londonices, já fomos assistir uma interpretação (muito) livre e gratuita da trilogia grega Cavalo de Tróia, Agamemnon e Orestes.<div class="imgCaptionLeft" style="float: left; "><a href="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/08/agamemnon-97760.shtml" onclick="window.open('https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/08/agamemnon-97760.shtml','popup','width=1280,height=1280,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img alt="" src="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/08/agamemnon-thumb-1280x1280-97760.jpg" width="300" height="300" class="mt-image-left" style="margin: 0 20px 5px 0;" /></a><p style="max-width:300px;font-size: 11px; color: rgb(102, 102, 102);">Os soldados que retornavam de Tróia em &quot;Agamemnon&quot; vestiam fardas dos militares britânicos na Segunda Guerra </p></div> <br />
Apesar de serem histórias dramáticas, as três peças, encenadas no mesmo dia, tinham abordagens diferentes. A primeira contava a história da guerra de Tróia com humor mais infantil - com algumas piadas reservadas para os adultos. As outras duas carregavam no drama, com direito a personagens banhados em sangue artificial. Mas enquanto os adultos assistiam com expressões de aflição, as crianças, que haviam participado ativamente da "construção" do cavalo de Tróia na encenação anterior, continuavam acompanhando tudo tranquilamente.</p>

<div class="imgCaptionLeft" style="float: left; "><a href="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/08/tempestade1-97763.shtml" onclick="window.open('https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/08/tempestade1-97763.shtml','popup','width=1280,height=1280,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img alt="" src="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/08/tempestade1-thumb-1280x1280-97763.jpg" width="300" height="300" class="mt-image-left" style="margin: 0 20px 5px 0;" /></a><p style="max-width:300px;font-size: 11px; color: rgb(102, 102, 102);">Prospero consola sua filha, Miranda, em "A Tempestade" </p></div>
No último domingo, fomos assistir também a "A Tempestade", considerada a última obra de Shakespeare, em Kensington Gardens - dessa vez com ingressos de 18 libras (R$ 57). Não sei se era o calor, a brisa de fim de dia ou a atração irresistível da grama. Não é fácil entender Shakespeare no verão, no parque, depois de um dia de sol quente, sem dar nem uma "pescada" de sono. E não fomos os únicos.

<p>Mas a coisa melhorou bastante quando encontramos o texto original da peça na internet do celular, e conseguimos assistir "com legendas". As crianças que estavam lá provaram novamente que precisam de muito menos do que os adultos para aproveitarem a experiência. Comentavam os personagens, imitavam os vilões e rolavam na grama do palco, sem receio, nos intervalos. </p>

<div class="imgCaptionCenter" style="text-align: center; display: block; "><a href="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/08/tempestade2-97766.shtml" onclick="window.open('https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/08/tempestade2-97766.shtml','popup','width=1280,height=1280,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img alt="" src="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/08/tempestade2-thumb-1280x1280-97766.jpg" width="400" height="400" class="mt-image-center" style="margin: 0 auto 5px;" /></a><p style="max-width:400px;font-size: 11px; color: rgb(102, 102, 102);margin: 0 auto 20px;">O público tentava prestar toda a atenção, mas acabava jogado na grama mesmo </p></div>]]></description>
         <dc:creator>Camilla Costa 
Camilla Costa
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	<category></category>
	<pubDate>Mon, 20 Aug 2012 15:25:00 +0000</pubDate>
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<item>
	<title>Don&apos;t stop them now</title>
	<description><![CDATA[<div class="imgCaptionCenter" style="text-align: center; display: block; "><a href="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/08/Ennis-97678.shtml" onclick="window.open('https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/08/Ennis-97678.shtml','popup','width=632,height=346,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img alt="" src="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/08/Ennis-thumb-632x346-97678.jpg" width="600" height="328" class="mt-image-center" style="margin: 0 auto 5px;" /></a><p style="max-width:600px;font-size: 11px; color: rgb(102, 102, 102);margin: 0 auto 20px;">Jessica Ennis, a heroína do heptatlo britânico, canta Queen. </p></div>

<p>Nas cerimônias de abertura e encerramento de Londres 2012, a Grã-Bretanha fez uma homenagem ao seu legado musical para o mundo, dos Beatles às Spice Girls. </p>

<p>A música-tema do filme britânico Carruagens de Fogo - sinônimo de superação esportiva - foi aproveitada para as entregas de medalhas e, nos intervalos das competições, eles aproveitaram para usarem todos os "hinos" que iriam fazer a plateia cantar junto - com ênfase especial, eu diria, no revival dos anos 90, que já atinge também a moda inglesa.</p>

<p>Mas a estrela mesmo dos Jogos de 2012 foi o Queen, ainda na versão com Freddie Mercury. "We will rock you" era a música anima-plateia por excelência em todas as arenas e "We are the champions", claro, a música - por direito inalienável - dos vitoriosos (sim, ela também tocou durante a volta olímpica do time de futebol mexicano no estádio de Wembley, onde o mesmo Queen já a havia apresentado em 1986. Fazer o que).</p>

<p>Agora, com 65 medalhas e muitos ouros no bolso, os ingleses voltaram ao legado de Freddie Mercury para homenagear seus atletas. Em um vídeo lançado essa semana, as estrelas do Team GB cantam "Don't stop me now". Além de engraçadinho, não deixa de ser um pedido - não parem de investir na gente agora, Grã-Bretanha. Ainda temos mais Jogos pela frente.</p>

<p>Algo a se manter em mente também no Brasil, especialmente depois que passarmos pela Rio 2016.</p>

<p><a href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=vWMySZa0TzQ">Assista ao vídeo!</a></p>]]></description>
         <dc:creator>Camilla Costa 
Camilla Costa
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	<category></category>
	<pubDate>Thu, 16 Aug 2012 19:00:00 +0000</pubDate>
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	<title>Eu quero é prova</title>
	<description><![CDATA[<div class="imgCaptionCenter" style="text-align: center; display: block; "><a href="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/08/552472_192906974173406_828283502_n-97521.shtml" onclick="window.open('https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/08/552472_192906974173406_828283502_n-97521.shtml','popup','width=536,height=531,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img alt="" src="https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/assets_c/2012/08/552472_192906974173406_828283502_n-thumb-536x531-97521.jpg" width="400" height="396" class="mt-image-center" style="margin: 0 auto 5px;" /></a><p style="max-width:400px;font-size: 11px; color: rgb(102, 102, 102);margin: 0 auto 20px;">&quot;Londrinos: sejam simpáticos (e tirem fotos disso.)&quot;.Foto:Department of Friendliness</p></div>

<p>Uma campanha do grupo "Department of Friendliness" (Departamento da Simpatia, em tradução livre) está pedindo que os britânicos sejam mais atenciosos com o próximo no dia-a-dia - e fotografem, para provar.</p>

<p>Segundo o site Londonist, uma pesquisa da agência de pesquisa de marketing YouGov com adultos britânicos descobriu que Londres é considerada por eles a segunda cidade mais "unfriendly" (algo como "pouco receptiva") do mundo. A primeira, sem muitas surpresas, é Paris.</p>

<p>Por isso o Departamento da Simpatia está pedindo, em sua página no Facebook, que os londrinos fotografem seus gestos de amabilidade e os coloquem no Instagram com a hashtag #DoF12</p>

<p>As melhores fotos serão exibidas em telas digitais das estações de metrô e em uma galeria de fotografia na cidade, entre 18 e 23 de agosto.</p>

<p>Eles dizem que, depois de serem tão elogiados pela educação e delicadeza dos voluntários durante os Jogos, é preciso manter a simpatia e a receptividade no ar, para ver se os londrinos conseguirão não se comportar como se odiassem uns aos outros. </p>

<p>Posso dizer que, desde que cheguei à cidade, tive provas (inclusive fotográficas), de que os londrinos conseguem ser bastante simpáticos e até amáveis. Será que era só o espírito olímpico?</p>]]></description>
         <dc:creator>Camilla Costa 
Camilla Costa
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	<link>https://nontonwae.pages.dev/blogs/portuguese/esporte/2012/08/eu_quero_e_prova.shtml</link>
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	<pubDate>Tue, 14 Aug 2012 19:00:00 +0000</pubDate>
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